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AS FARPAS -TOMO XII –
Ramalho Ortigão
Clássica Editora
Ano da edição: 1960
Páginas:259
Dimensões: 190x120 mm
Peso: 231
TX261-026-0.89E
IS 1543325890
Exemplar em bom estado.
PREÇO: 7.00€
Acresce portes – Correio Editorial
O Tomo XII de As Farpas, organizado por Ramalho Ortigão, contém essencialmente:
Crónicas mensais da política, das letras e dos costumes referentes aos anos 1871-1872.
Trata-se dos textos originalmente publicados como folhetins mensais nos primeiros anos da série.
Estes textos são crónicas curtas e independentes, com crítica social, política, literária e de costumes, escritas num tom satírico, irónico e observacional do dia-a-dia em Portugal após 1870 — momentos em que a sociedade, a imprensa e as instituições eram temas de debate e de humor crítico.
CARACTERÍSTICAS E ORGANIZAÇÃO
TIPO DE TEXTOS
No Tomo XII estão reunidos textos do início da publicação d’As Farpas, que incluem:
Observações e críticas à vida social portuguesa do período. Comentários sobre o jornalismo e o comportamento político.
Reflexões sobre costumes, atitudes culturais e figuras públicas.
Cada crónica funciona normalmente como um ensaio curto, muitas vezes com humor irónico e crítica incisiva a situações ou tipos sociais da época.
ESTRUTURA TÍPICA DO VOLUME
Estes volumes são organizados por blocos cronológicos — ou seja, as crónicas são ordenadas conforme o mês e ano em que foram originalmente publicadas. O Tomo XII corresponde ao início formal da cronologia dos folhetins depois da fase inicial de criação da revista, logo trata dos primeiros meses de crónicas regulares
TEMA E ESTILO NESTE VOLUME
Em As Farpas — e portanto também em Tomo XII — prevalecem vários elementos:
Crítica social e política — com humor e ironia sobre a mentalidade portuguesa, burocracia, jornalismo e instituições
Retratos de costumes e comportamentos quotidianos — cenas e episódios da vida social do Portugal da época.
Observações culturais e literárias — referências a práticas culturais, literatura romântica e tendências intelectuais da época.
O estilo é uma mescla de crónica jornalística, sátira social e reflexão crítica, o que fez de As Farpas uma obra importante para entender não só o seu tempo como também a evolução do jornalismo de crítica social em Portugal.
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CONTEXTO HISTÓRICO DA PUBLICAÇÃO
As Farpas foi uma publicação mensal iniciada em 1871, fundada por Ramalho Ortigão e Eça de Queirós — embora Eça tenha abandonado a colaboração ao longo de 1872. Depois os textos foram compilados em volumes organizados tematicamente e cronologicamente por Ortigão.
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