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A VERDADE SOBRE A COMPRA DA IGREJA DE SÃO JULIÃO –
Notas oficiosas do Doutor Manuel Rodrigues, Ministro da Justiça, de 26 de Julho e 9 de Novembro de 1934.
Edições SPN. Lisboa. 1934.
Páginas:75
Dimensões: 200x150 mm
Peso:115
IS 1543325890
Exemplar com pequeno rasgo no canto da lombada.
PREÇO: 9.00 €
Acresce portes de envio – Correio Editorial
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"A Verdade sobre a Compra da Igreja de São Julião" refere-se a uma publicação histórica de 1934, da autoria de Manuel Rodrigues Júnior, que era então o Ministro da Justiça de Portugal durante o início do Estado Novo.
Os factos principais sobre este tema, atualizados para o contexto de 2026, são:
1. Contexto Histórico e a Obra
A Publicação: O livro reúne "notas oficiosas" publicadas a 26 de julho e 9 de novembro de 1934.
O Objetivo: Manuel Rodrigues pretendia refutar as afirmações de Afonso Costa (figura central da Primeira República), que defendia que a Igreja de São Julião, em Lisboa, já pertencia ao Estado por força das leis de desamortização.
A "Verdade" Defendida: O ministro argumentou que a aquisição do imóvel pelo Estado foi um processo jurídico legítimo e necessário para a instalação de serviços públicos (o edifício acabou por ser integrado no Banco de Portugal).
2. Quem foi Manuel Rodrigues (Júnior)?
Foi um influente professor de Direito da Universidade de Coimbra e Ministro da Justiça em dois períodos (1926-1928 e 1932-1940).
É considerado um dos arquitetos jurídicos do regime de Salazar, sendo responsável pela criação da Ordem dos Advogados e pela reforma do sistema prisional e judicial português.
3. A Situação em 2026
Igreja de São Julião: O edifício, localizado na Baixa de Lisboa, continua a ser a sede do Museu do Dinheiro e parte integrante das instalações do Banco de Portugal, mantendo a sua relevância arquitetónica e histórica.