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LIVRO:
-A evolução humana Individual e Social, de G. Sergi.
(Traduzido do italiano)
Edição Livraria Clássica, 1906.
Tem 405 páginas, encadernação de época cartonada com a lombada em pele preta. Conta também com título e autor em dourado na lombada.
SINOPSE
Obra originalmente publicada em Itália, no ano 1894, narra a variedade da especie humana, as várias civilizações, o porque da arte e da ciência, da harmonização entre as nações entre outros factos interessantes. De salientar que a "Origem da especies", de Darwin havido sido publicado em 1859 e só 20 anos depois conseguiu a unanimidade dos mais doutos.
Sergi ficou mundialmente conhecido por sua oposição ao noridicismo em seus livros sobre a identidade racial dos povos mediterrânicos. Rejeitos tipologias raciais que identificavam mediterrânicos como "brancos negros" porque isto implica numa concepção nordicista dos povos mediterrânicos descendentes de brancos que tornaram-se miscigenados com não-brancos, ideia que ele afirmava ser falsa. Seu conceito de raça mediterrânea, identificava pessoas mediterrânicas como uma raça autônoma, em que ele afirmava que a raça nórdica descendia da raça mediterrânea que despigmentou a uma pele pálida depois que migraram para norte. Esse conceito tornou-se importante para o modelo de diferença racial no início do século XX.
*EXEMPLAR MANUSEADO, em bom estado.
Sergi nasceu em Messina, na Itália. Primeiro estudou direito e, em seguida, linguística e filosofia. Com 19 anos de idade participou da expedição de Garibaldi à Sicília. Mais tarde, cursou física e anatomia, finalmente especializando-se em antropologia racial como um estudante de Cesare Lombroso.
Em 1880 foi nomeado professor de antropologia na Universidade de Bolonha. Nesta época, a disciplina de antropologia ainda estava associada à faculdade de letras. Nos anos seguintes, graças à atividade de seu laboratório de antropologia e psicologia, ele ajudou a estabelecer a disciplina em bases mais científicas. Em 1884, mudou-se para a Universidade de Roma, onde desenvolveu um programa de pesquisa tanto para antropologia quanto para psicologia.
Em 4 de junho de 1893, Sergi passou a liderar a fundação da Sociedade Romana de Antropologia (agora Instituto Italiano de Antropologia (Istituto Italiano di Antropologia). Também fundou a revista Actas della Società Romana di Antropologia (agora Journal of Anthropological Ciências). Tanto a sociedade quanto a revista eram associadas à universidade. Inicialmente, teve instalações provisórias na Escola de Aplicação para Engenheiro em San Pietro in Vincoli, mas, em 1887, mudou-se para o antigo prédio do Colégio Romano, onde dedicou parte do espaço para a criação de um museu antropológico.
Internacionalmente reconhecido por suas contribuições para a antropologia, também conseguiu estabelecer a Conferência Internacional de Psicologia, em Roma no ano 1905, sob a sua presidência da Sociedade Romana de Antropologia.
Sergi morreu em Roma, em 1936. Seu filho Sergio Sergi (1878 a 1972), um notável antropólogo, continuou a desenvolver as teorias de seu pai.