Izaque de Castro O Mancebo Que Veio Preso do Brasil.

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Izaque de Castro O Mancebo Que Veio Preso do Brasil.
Autor(a)
Elias Lipiner.
Género Literário
Autores Portugueses
Biografia
Plano Nacional de Leitura
Religião
Desenvolvimento pessoal
Drama
Histórico
Jovem Adulto
Livros Escolares
Livros práticos
Não ficção
Outro
Sinopse

LIVRO:

-Izaque de Castro O Mancebo Que Veio Preso do Brasil, por Elias Lipiner.
Edição Massangana (Fundação Joaquim Nabuco), 1992.
Tem 321 páginas com dezenas de fac similes de página inteira e desdobráveis ambos em extra texto. 
Tem mais XIII páginas com índice e prefácio.
SINOPSE
Livro biográfico de um Judeu no Século XVII. 
Com base em documentos (apresenta inumeros fac similes, de página inteira, desdobráveis, todos em extra texto e em papel couché), o livro descreve a vida e o julgamento pela Inquisição de Izaque de Castro. 
Em Tartas (França) no ano 1625, nasceu uma criança com o nome de Tomás Luís. Seus pais eram cristãos novos de Bragança, fugidos da inquisição em Portugal.
Em Tartas viveria até aos 11 anos, altura em que foi para Bordéus estudar gramática e filosofia. Por 1639, a família deixou a França e rumou para a Holanda, fixando-se na cidade de Amesterdão. Ali aderiram abertamente ao judaísmo, fazendo-se circuncidar e tomando nomes hebraicos. Tomás Luís passou a chamar-se Isaac de Castro.
Não sabemos, em pormenor, que escola frequentou mas é incontestável que acumulou vastos conhecimentos talmúdicos, conforme ficaria demonstrado ao longo do processo a que foi submetido. Sabemos que ele dominava perfeitamente o hebraico, o grego, o latim e o francês, para além da língua paterna. 
Por tão bem representar o Talmude e falar fluentemente português, as autoridades judaicas de Amesterdão enviaram-no para o Brasil com a finalidade específica de ensinar a lei dos judeus. Foi para o "Brasil holandês" e por 3 ou 4 anos percorreu Paraíba, Olinda, Recife, entre outas localidades.
Em Dezembro de 1644 tinha já abandonado Pernambuco e encontrava-se na cidade portuguesa da Baía. O objetivo seria catequisar os cristãos-novos que ali havia e levá-los de regresso ao judaísmo. Para isso precisava apresentar-se como cristão pois, caso contrário, seria logo preso.
Seguindo essa estratégia, a primeira coisa que fez foi mudar o nome para Joseph de Lis e apresentar-se ao bispo da Baía, contando-lhe que nascera em Avinhão, terra governada pelo Papa de Roma, onde era permitido ser judeu. Por isso ele não fora batizado mas circuncidado, pois seus pais eram judeus. E toda a vida ele fora judeu mas agora conhecera que a religião verdadeira era a católica. Por isso vinha humildemente pedir para ser batizado e admitido na igreja católica romana.
O bispo desconfiou e depois de algumas investigações mandou prendê-lo e remetê-lo à inquisição de Lisboa.
Diremos tão só que desde o início ele foi tido pelos inquisidores como judeu profitente.
Em 15 de dezembro de 1647 foi queimado vivo. E enquanto a fogueira se acendia e as chamas crepitavam, Isaac de Castro Tartas cantava o Shemah. 
Na verdade, ele foi um verdadeiro mártir do judaísmo.

*EXEMPLAR EM EXCELENTE ESTADO, parece novo. 

Idioma
Português
Preço
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Carlos Lopes

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