O Sonho ao Poder Fotobiografia de Mário Viegas

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O Sonho ao Poder Fotobiografia de Mário Viegas
Autor(a)
Filipe Esménio
Editora
Licorne
Género Literário
Autores Portugueses
Biografia
Outro
Sinopse

Para o autor da fotobiografia, Mário Viegas era "um menino complexo, mas fácil. Complexo por ter muitos rostos: o amor ao teatro, a missão de levar a poesia aos portugueses, o sonho de um país mais justo para todos, o amor e o orgulho na sua família, as suas crises e as suas angústias, a sua inquietude e a capacidade metamórfica perante tudo", refere, classificando-o de "duro e provocador como ator, como encenador e como homem".

"Transformou-se num Homem do Teatro, seja lá isso o que for, transformou-se num bem comum", escreve Filipe Esménio, para quem Mário Viegas era um génio, "porque fez o que os outros não fizeram. Porque viu o que os outros não viram. Porque deu mais à poesia que muitos programas de leitura. Porque deu mais ao teatro que muitos subsídios. Porque era sublime. Porque não tinha um padrão. Porque se respeitava e respeitava o público", conclui o autor de ‘O Sonho ao Poder’.

Mário Viegas nasceu em Santarém, a 10 de Novembro de 1948, no seio de uma família paterna toda ligada ao ramo farmacêutico. Neto, por via materna, de um dos fundadores da Amadora, António Cardoso Lopes; sobrinho do famoso hoquista Álvaro Lopes (8 vezes campeão do mundo); sobrinho de Tiotónio (um dos pioneiros da banda desenhada em Portugal e criador do seminário "O Mosquito"); sobrinho de Augusto Lopes (inventor e criador do sistema do cinema foto-sonoro em Portugal); sendo a sua mãe licenciada em Grego Clássico e Latim.

Viveu a sua infância e adolescência em Santarém; estudou no Liceu Sá da Bandeira, onde se estreia, aos 16 anos, como ator e recitador amador com o Coro de Amadores de Música, dirigido pelo Maestro Fernando Lopes-Graça, em substituição da ex-actriz e declamadora Maria Barroso. Fica logo com a sua primeira ficha na P.I.D.E.
Sendo scalabitano, gostava de touros, cavalos, mulheres, homens, vinho branco ou tinto, sabia dançar o fandango e chegou a pegar uma vaca em 1967.
Frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa, em 1966/67 e 1967/68, e a Faculdade de Letras do Porto, em 1968/69, onde termina o 3º ano do Curso Superior de História. Faz parte da Crise Académica de 1969, como recitador e agitador, no Porto e em Coimbra.
Nunca esteve filiado em nenhum Partido ou Clube Desportivo, nem nunca foi convidado para tal. Não teve nenhuma ficha na P.S.P ou na Polícia Judiciária por atividades ilícitas e/ou imorais.
Foi solteiro e não tencionou casar-se oficialmente.
Foi-lhe retirado o Adiamento Militar, por atividades políticas e foi-lhe proibido atuar como ator e recitador, quer publicamente, na antiga Emissora Nacional, quer na R.T.P.
Os seus discos de poesia são proibidos de passar na rádio até ao 25 de Abril de 1974.
Cumpriu o Serviço Militar Obrigatório como Oficial, entre Outubro de 1971 e Outubro de 1974, tendo na sua Caderneta Militar os mais altos louvores pela disciplina militar.
Após proibição, em Conselho de Ministro, da peça EVA PERÓN, de Copi, (na qual era protagonista e que seria, em Janeiro de 1975, a primeira encenação de Filipe La Féria, sai de Portugal, entre Maio e Setembro de 1975, indo viver para Copenhaga, Dinamarca, desiludido com a situação política do País, lê-se na Fotobiografia assinada por Filipe Esménio, editada pela Licorne, com fotos e ilustrações do Museu nacional do Teatro e do espólio pessoal de Mário Viegas.

Idioma
Português
Preço
12.00€
Estado do livro
livro em bom estado, capa com poucas marcas de uso, mas as folhas estão muito bem, posso enviar fotos se necessário
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